Design Thinking está Inovando a Área Da Saúde

É comum associarmos a palavra “design” a trabalhos gráficos, artísticos ou à criação de softwares, mas não é o caso aqui. O termo Design Thinking, sem tradução para o português, é uma ferramenta que tem se difundido em várias áreas e ajudado a criar soluções inovadoras em muitas organizações.

O que é Design Thinking

O objetivo desta metodologia é oferecer uma abordagem inovadora sob 3 óticas distintas:

  • De quem tem a necessidade: a partir da criação de empatia e compreensão do problema;
  • De quem vai criar a solução: tornar viável tecnicamente o desenvolvimento da solução;
  • De quem vai vender a solução: tornar viável para o mercado e sustentável para o negócio.

Projetos baseados em Design Thinking

Os projetos desenvolvidos com base em Design Thinking passam pelas seguintes etapas:

  1. Descoberta: “temos um desafio: como abordá-lo?”
  2. Interpretação: “aprendemos algo: como interpretar as informações?”
  3. Ideação: “enxergamos uma oportunidade: como ter ideias?”
  4. Experimentação: “temos várias ideias: como validá-las?”
  5. Evolução: “a experiência gerou resultados, como evoluir?”

O Design Thinking faz com que o ser humano seja o centro do processo de inovação, a partir de experiências de empatia, colaboração, cocriação, prototipação e experimentação.

Agora, você deve estar se perguntando qual a relevância desta abordagem para a área da saúde, não é mesmo? Já vamos explicar!

Qual a relevância do Design Thinking para o setor de saúde

A utilização das ferramentas de Design Thinking faz com que se desenvolva um novo modelo mental para despertar todo o potencial criativo que permitirá a criação das soluções inovadoras a fim de atender as necessidades individuais e da equipe, combinando o pensamento criativo ao de negócios, gerando valor para todos.

Na área da saúde, esta metodologia ajuda na criação de soluções inovadoras, pontuais, de alto impacto e sem grandes investimentos. Os projetos desenvolvidos com esta abordagem podem ser criação de produtos e serviços, otimização na experiência dos pacientes, melhorias nos processos, nos relacionamentos, entre outras diversas possibilidades aplicáveis em clínicas e hospitais. Permitem humanizar mais o atendimento ao paciente e tornar os processos dos profissionais da saúde mais produtivos como um todo.

Como aplicar Design Thinking à área da saúde

A prática do Design Thinking ainda é recente e pouco difundida no Brasil, mas sabemos da necessidade e do benefício de ter um trabalho multidisciplinar na área da saúde. Com o Design Thinking, as atividades passam a ser interdisciplinares e coordenadas, possibilitando uma visão integradora para resolução de problemas, propiciando uma cultura de inovação fundamentada em valores como a empatia, a utilização do conhecimento para criar oportunidades, a projeção de experiências e a avaliação de resultados.

Há inúmeras vantagens nesse processo que podem ser aprendidas pelos empresários, gestores, executivos, médicos, enfermeiros e profissionais da área da saúde, em geral, para melhorar o desempenho individual e coletivo.

Agora que você já conhece um pouco sobre o Design Thinking, gostaríamos de apresentar o novo curso da Universidade EHS: Design Thinking Aplicado à Inovação em Gestão da Saúde.

O objetivo do curso é capacitar os participantes para prática da Metodologia Design Thinking e propiciar reflexão por meio de problemas complexos e a busca das soluções mais simples num ambiente volátil, incerto, ambíguo e necessário como é a área da saúde!

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